Quarta-feira, 25 de Novembro de 2020
Notícias

Uma visita virtual às cooperativas baianas apoiadas pelo projeto do Governo do Estado, Bahia Produtiva, apresentou, nesta terça-feira (24), as experiências sobre gestão e acesso a mercados dos empreendimentos localizados no Território Irecê. A programação faz parte da 13ª Missão de Implementação e Supervisão do projeto, realizada pelo Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD/Banco Mundial).

A Cooperativa Mista e Produção, Aquisição e Serviço do Estado da Bahia (Coopersertão) relatou os resultados obtidos com os investimentos do projeto, entre eles, o aumento da base produtiva, da comercialização e da produtividade.

A cooperativa foi contemplada com investimentos de R$3,2 milhões, aplicados na construção de galpões para estocagem e beneficiamento da mamona, com máquinas e equipamentos para o cultivo e irrigação. O investimento visa garantir a compra dos grãos da mamona dos beneficiários, minimizando a exploração comercial pelos atravessadores.

Segundo o diretor da Coopersertão, Marcelo Brito, o apoio do projeto resultou no aumento da produção de mamona de 486 para 559 toneladas por ano, gerando um faturamento de R$ 3.4 milhões neste ano: “Esse é só o começo das melhorias, nossas perspectivas daqui pra frente é de produzir semente de mamona com alto potencial genético e disponibilizar para nossos beneficiários. Com isso, aumentar as áreas de plantio e a produtividade da mamona dos agricultores e agricultoras em até 30%”.

A Cooperativa Agropecuária Mista Regional de Irecê (Coopirecê) apresentou os avanços com o investimento de R$ 1,4 milhão. O recurso foi direcionado à aquisição de um caminhão para escoar a produção, comunicação visual e embalagens, construção de galpão industrial e de uma moega, e a aquisição de máquinas e equipamentos.

De acordo com o presidente da Copirecê, Walter Ney Dourado, a cooperativa cresceu muito no segmento de alimentos saudáveis com a profissionalização da cooperativa, a partir do projeto: “Temos um produto bem aceito no mercado e com esses investimentos vamos produzir até quatro vezes mais. Tivemos um aumento significativo no faturamento. Saímos de R$365,2 mil em 2018 para R$2,6 milhões em 2020”.

O Bahia Produtiva é um projeto executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), com cofinanciamento do Banco Mundial.

Fonte: Ascom - SDR



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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2020
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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2020
Notícias

Material apreendido durante a revista pela CIPE-Semiárido – Foto: Polícia Militar

Noves facas, celulares, carregadores, droga e outros materiais foram apreendidos pela polícia durante uma revista realizada na carceragem da Delegacia Territorial (DT) de Xique-Xique, cidade a cerca de 110 quilômetros de Irecê, nesta terça-feira (27). Todas a celas foram revistadas.

A ação aconteceu durante a realização do IV Ciclo de Treinamento da CIPE-SEMIARIDO, no Módulo de Instrução de Intervenção Prisional, conforme informou a corporação.

“Ressaltando que em atenção às medidas de prevenção ao contágio da Covid-19, todos os envolvidos na ação estavam usando material de proteção individual adequado para o tipo de intervenção”, disse a Polícia Militar em nota.

O material apreendido durante a revista será encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT), onde passará por perícia.

Material Apreendido

  • 08 Aparelhos Celulares;
  • 06 Baterias para celular;
  • 72 Invólucros de Maconha;
  • 01 Tablete de Maconha prensada pesando 267 gramas;
  • 09 Facas;
  • 01 Alicate;
  • 09 Carregadores de Celular;
  • 01 Tereza (corda de tecido);
  • 01 Caderno de anotações do tráfico;
  • 05 Chunchos ( faca artesanal);
  • 04 Pacotes de papel de seda.

Fonte: Central Notícia



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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2020
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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2020
Notícias

Poder ouvir a voz do filho que ficou em casa, ver a esposa sorrir, assim como o olhar de esperança de um amigo pela sua recuperação. É o que possibilita a visita virtual para pacientes internados na UTI Covid e UTI Adulto do Hospital Regional Dr. Mário Dourado Sobrinho, unidade administrada pelas Obras Sociais Irmã Dulce (OSID). O projeto criado pela Comissão de Humanização da unidade entrou em vigor no final de julho e, tendo a tecnologia como aliada para aproximar familiares e pacientes que precisam estar em isolamento, já contabiliza inúmeros momentos inesquecíveis através das videochamadas realizadas com muito amor, emoção e palavras de incentivo.

“Assim como experiências similares adotadas em outros hospitais do país, estamos tendo ótimos resultados com a implantação das visitas virtuais em nossa unidade. O bem-estar do paciente é o nosso maior objetivo”, ressalta Celso Rangel Júnior, líder geral da unidade.

“O isolamento é uma medida de fundamental importância, do ponto de vista de prevenção e proteção contra o coronavírus. No entanto, os efeitos psicológicos negativos desse isolamento, como tristeza, depressão, ansiedade e irritabilidade são fatores que também preocupam. Com o uso da tecnologia temos a oportunidade de encurtar distâncias entre pacientes e seus familiares queridos, fortalecendo sua confiança, fé e coragem para continuarem superando o adoecimento”, explica Ângela Raquel, psicóloga da unidade.    

A aposentada Adélia Santos Pereira, 71 anos, residente na cidade de Xique-Xique, contou o que sentiu após ver seus filhos através da tela.  “Gostei muito da visita virtual, consegui matar um pouco da saudade dos meus filhos. Até dormi melhor após conversar com eles. A saudade aumentou, assim como a vontade de voltar para casa”, comenta a paciente, que ficou cerca de três meses internada na UTI Adulto.

Fonte: Ascom - HRI



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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2020
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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2020
BRASIL

A vacina contra covid-19 que será produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com a farmacêutica Astrazeneca e a Universidade de Oxford deve chegar a 30 milhões de brasileiros a mais em 2021, aumentando o total de pessoas alcançadas no país até o fim do ano que vem para cerca de 130 milhões. O ganho de 30% deve ocorrer porque dados dos testes clínicos divulgados na segunda-feira (23) mostram que o protocolo de vacinação mais eficaz inclui uma dose reduzida na primeira aplicação, em vez de uma dose completa.

A Astrazeneca e a Universidade de Oxford anunciaram que o esquema de vacinação que prevê uma dose reduzida e uma dose completa, com um mês de intervalo, obteve eficácia de 90%. Já o protocolo com duas doses completas e o mesmo intervalo atingiu eficácia de 62%. Os dados analisados envolveram 11 mil voluntários, cerca de 2,7 mil com o protocolo mais eficaz e quase 8,9 mil com o protocolo de duas doses completas.

Não houve registro de eventos graves relacionados à segurança da vacina e nenhum dos voluntários que recebeu a vacina desenvolveu casos graves da covid-19 ou precisou ser hospitalizado.

O vice-presidente de produção e inovação em saúde da Fundação Oswaldo Cruz, Marco Krieger, classificou a divulgação como uma boa notícia, já que confirmou a eficácia de 90% e trouxe um ganho adicional, uma vez que as 210 milhões de doses que a Fiocruz prevê fabricar no ano que vem poderão chegar a mais pessoas, caso os dados sejam confirmados na conclusão e publicação do estudo.

Em vez de termos vacina para 100 milhões de brasileiros, poderíamos vacinar 130 milhões. O que é um ganho adicional. Foi uma boa notícia, disse Krieger, em entrevista à Agência Brasil.

Produção e registro

A partir de acordo com o governo federal, os desenvolvedores da vacina já iniciaram o processo de transferência de tecnologia para que a Fiocruz produza o imunizante no país. No primeiro semestre, a fundação prevê disponibilizar 100 milhões de doses a partir de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) importado, e, no segundo semestre, cerca de 110 milhões de doses serão fabricadas já com IFA produzido na Fiocruz. Krieger explica que a previsão está mantida, e o que deve ocorrer é o fracionamento de doses.

Todo esse processo depende da confirmação e publicação dos resultados dos testes em humanos, e do registro do imunizante na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além de produzir a vacina, a Fiocruz também está encarregada de protocolar esse pedido de registro, que tem sido feito de forma parcelada desde outubro, em um processo chamado de submissão contínua.

A Anvisa já recebeu em outubro e novembro informações como os resultados dos estudos pré-clínicos e dados sobre manufatura e controle nas plantas industriais. No mês que vem, a Fiocruz deve encaminhar os resultados dos testes clínicos, o que inclui o protocolo recomendado a para vacinação. 

"Durante o peticionamento para as autoridades sanitárias, no nosso caso a Anvisa, será colocado que a eficácia de 90% foi utilizada com esse protocolo [com dose reduzida]. E esse protocolo que será o registrado. É muito importante que a gente utilize a vacina de acordo com os resultados no estudo clínico, porque ele garante duas informações: primeiro essa eficácia, que é muito alta; e, segundo, a segurança", disse Krieger, que mais uma vez pondera que isso depende da confirmação dos resultados.

A Fiocruz deve protocolar o último bloco de documentos em janeiro do ano que vem, quando também deve começar a produzir a vacina, antes mesmo da aprovação final Anvisa. O imunizante será produzido no Complexo Industrial de Bio-Manguinhos, que fica junto à sede da fundação, na zona norte do Rio de Janeiro. O objetivo de antecipar a produção é ter ao menos 30 milhões de doses até o fim de fevereiro, quando deve ficar pronto o parecer final da Anvisa com o registro da vacina, caso todos os testes confirmem a segurança e a eficácia da vacina. Se esse cronograma se confirmar, Bio-Manguinhos deve entregar em março as primeiras 30 milhões doses ao Ministério da Saúde, para que sejam disponibilizadas à população.

Como funciona a vacina?

A vacina desenvolvida pela AstraZeneca e a Universidade de Oxford utiliza a tecnologia de vetor viral, em que uma sequência genética do novo coronavírus é inserido em outro vírus, incapaz de se replicar, para, então, ser injetada no corpo humano e gerar a resposta imunológica.

O vetor usado é um adenovírus (vírus de resfriado) de chimpanzé, que transporta a sequência da proteína S do novo coronavírus. Essa é a proteína que forma a coroa de espinhos que dá o nome ao microorganismo, e esses espinhos são fundamentais no processo de invasão das células humanas. Os testes clínicos buscam comprovar que, uma vez vacinado, o corpo humano reconhecerá essa proteína e poderá produzir defesas que neutralizem sua ação, dificultando que uma pessoa adoeça ao ter contato com o novo coronavírus.

Até o momento, a mutabilidade do vírus não é considerada uma ameaça à eficácia da vacina, já que as mutações que têm sido observadas pela ciência não apresentam mudanças estruturais na proteína S, o que indica que vacinas que a adotem como alvo podem ser eficazes mesmo diante de mutações do novo coronavírus.

Fonte: Agência Brasil



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Terça-feira, 24 de Novembro de 2020
Região

Policlínica Regional de Saúde em Irecê - Foto: Mateus Pereira/GOVBA

Equipes multiprofissionais do Hospital da Mulher realizaram, na sexta-feira (20), na Policlínica Regional em Irecê, punções de mama guiadas por ultrassonografia para diagnóstico do câncer de mama.

O município faz parte dos contemplados para receber a ação da Campanha Outubro Rosa 2020, articulada pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), por meio do Hospital da Mulher, em uma parceria com as 16 policlínicas regionais de saúde. Todos os fluxos da ação são realizados em acordo com os protocolos de saúde e segurança preconizados pela Sesab, Ministério da Saúde e Organização Mundial da Saúde (OMS).

Ao todo, cerca de mil mulheres serão beneficiadas durante toda a campanha, que se estende no mês de novembro. “Esta ação vem para atender uma demanda já existente de pacientes com lesões na mama. Nosso objetivo é, principalmente no meio dessa pandemia, levar parte do Serviço de Mastologia até a paciente e à região delas, de maneira que as pacientes não precisem se deslocar para Salvador”, explica o coordenador do Serviço de Mastologia do Hospital da Mulher, André Dias.

Como funciona

Cada policlínica classificou as pacientes com perfil necessário à participação na ação. Em seguida, foram agendadas e disponibilizadas às pacientes as datas dos procedimentos com especialista do Hospital da Mulher.

A realização dos procedimentos seguirá durante os meses de outubro e novembro. Identificada a necessidade de tratamento, a paciente será encaminhada para o Hospital da Mulher.

Fonte: Ascom/HM



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