Foto: Reprodução
Uma artista circense sofreu um acidente durante uma apresentação de suspensão capilar no sábado (13/9). O caso aconteceu em Miracema, município do Rio de Janeiro. Um vídeo gravado por telespectadores mostra o momento em que a mulher despenca durante as acrobacias.
Nas imagens, é possível ver o momento em que a artista faz piruetas pendurada pelo cabelo e cai de alguns metros de altura. O episódio ocorreu no Circo Robatiny Espetacular.
Por meio de nota, divulgada nas redes sociais, o circo informou que a artista foi socorrida e encaminhada para o pronto-socorro da região. Ainda conforme o estabelecimento, ela passa bem, apenas com dores musculares.
“Viemos por meio deste, comunicar que a artista da suspensão capilar foi direcionada ao pronto-socorro e passa bem. Foram feitos todos os exames e não deram nada de grave, apenas passa por dores musculares”, informou o Circo Robatiny.
A apresentação por meio da suspensão capilar funciona por meio da fixação de um gancho ou argola no cabelo da artista, que se conecta com um sistema para suspendê-la.
Fonte: Metrópoles, via Radar Miracema
Foto: Reprodução
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses por decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira (11). É a primeira vez que um ex-presidente é condenado por golpe de Estado no Brasil.
Do tempo total de condenação, 24 anos e 9 meses são de reclusão, ou seja, pena para crimes que prevêem regime fechado, 2 anos e 6 meses de detenção em regime aberto ou semiaberto. Por a pena ser superior a 8 anos, Bolsonaro deverá começar a cumpri-la em regime fechado.
Após 8 anos do cumprimento da pena, Bolsonaro fica inelegível por 8 anos como efeito da Lei de Ficha Limpa. Ele é culpado por todos os cinco dos quais era acusado: golpe de Estado; tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito; organização criminosa armada; dano qualificado contra patrimônio da União; e deterioração de patrimônio tombado. A decisão no STF terminou com 4 votos a 1.
Os outros sete réus da ação também foram condenados. O ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e deputado federal, Alexandre Ramagem foi condenado a 16 anos, 1 mês e 15 dias de prisão, além da perda de mandato do parlamentar.
O ex-comandante da Marinha, Almir Garnier e o ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal, Anderson Torres foram condenados a 24 anos de prisão.
O ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, foi condenado a 21 anos, sendo 18 anos e 11 meses em regime fechado e 2 anos e 1 mês de detenção. O ex-ajudante de ordens da Presidência e delator da trama golpista, Mauro Cid, foi pena única de até 2 anos de prisão em regime aberto por conta do acordo de colaboração premiada.
O ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira foi conenado a 19 anos de prisão e o ex-ministro da Casa Civil, Walter Souza Braga Netto, a 26 anos, sendo 24 em regime fechado e 2 anos de detenção.
Fonte: Metro 1
Foto: Antônio Augusto/STF
A família do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes comprou uma mansão no valor de R$ 12 milhões, pago à vista, no Lago Sul, bairro nobre de Brasília. A informação é da coluna de Igor Gadelha, do portal Metrópoles.
De acordo com documentos públicos de cartórios, a compra foi feita pela família Moraes por meio do ‘Lex – Instituto de Estudos Jurídicos LTDA’.
A mansão foi comprada por uma empresa da qual a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, é sócia, juntamente com os três filhos do casal, sendo que o instituto já possui outros imóveis registrados em nome da família.
A escritura de compra e venda foi assinada por Viviane em um cartório de Brasília há menos de 15 dias e, segundo o documento, o pagamento do imóvel foi feito à vista, sem financiamento, sendo R$ 6 milhões pagos como sinal, por meio de transferências bancárias para a antiga proprietária e para os corretores envolvidos na negociação, e outros R$ 6 milhões quitados no ato da assinatura da escritura, também por transferência bancária diretamente à vendedora.
Alexandre de Moraes recebe salário bruto mensal de R$ 46,3 mil como ministro do STF, enquanto Viviane é sócia de um escritório de advocacia. Antes da compra da mansão, o casal morava em um apartamento funcional do Supremo, localizado na Asa Sul, em Brasília.
Fonte: Bahia.ba
Foto: Agência Brasil
Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.912 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (9). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 55 milhões para o próximo sorteio.
Os números sorteados foram: 09 - 25 - 37 - 41 - 51 - 59
68 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 34.049,50 cada
3.851 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 991,05 cada
Apostas
Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) de quinta-feira (11), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
Fonte: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil
Ao longo dos últimos 10 anos, o Brasil contabilizou 45.511 atendimentos em emergências da rede pública relacionados a envenenamento que precisaram de internação. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (8) pela Associação Brasileira de Medicina de Emergência (Abramede).
O levantamento mostra que, além de envenenamentos classificados como acidentais ou indeterminados, 3.461 pacientes internados via Sistema Único de Saúde (SUS) sofreram intoxicação proposital causada por terceiros.
Com base na série histórica, o país registrou média de 4.551 casos de envenenamento ao ano no período entre 2009 e 2024.
“Esse índice fica em torno de 379 registros ao mês e 12,6 ao dia. Isso significa que, a cada duas horas, uma pessoa deu entrada numa emergência da rede pública em consequência de ingestão de substâncias tóxicas ou que causaram reações graves dentro do período analisado”, alertou a Abramede, em nota.
No comunicado, a entidade reforça a relevância de médicos emergencistas em situações críticas, incluindo casos de envenenamento, e alerta para a facilidade de acesso a venenos, para a falta de fiscalização e de regulamentação, para a impunidade e para o uso em contextos íntimos – muitas vezes, com motivações emocionais.
Substâncias
De acordo com o levantamento, envenenamentos relacionados a drogas, medicamentos e substâncias biológicas não especificadas (6.407 casos), a produtos químicos não especificados (6.556) e a substâncias químicas nocivas não especificadas (5.104) aparecem no topo da lista.
O estudo mapeou ainda as principais causas identificadas em episódios acidentais de envenenamento. Nesse recorte, envenenamentos por exposição a analgésicos e a medicamentos para aliviar dor, febre e inflamação lideram a lista, com 2.225 casos.
Na sequência, aparecem episódios envolvendo pesticidas (1.830), álcool por causas não determinadas (1.954) e anticonvulsivantes, sedativos e hipnóticos (1.941).
Regiões
A distribuição geográfica mostra que o Sudeste concentra quase metade dos casos, com mais de 19 mil ocorrências em 10 anos. O estado de São Paulo responde, sozinho, por 10.161 registros, seguido por Minas Gerais (6.154).
O Sul aparece em segundo lugar, com 9.630 atendimentos — sendo o Paraná (3.764)) e o Rio Grande do Sul (3.278 mil) os estados mais afetados.
Já o Nordeste totalizou 7.080 casos, com destaque para a Bahia (2.274) e Pernambuco (949).
No Centro-Oeste, foram 5.161 internações por envenenamento, lideradas pelo Distrito Federal (2.206 casos) e por Goiás (1.876l).
A Região Norte, embora com menor peso absoluto, somou 3.980 registros no período, liderados pelo Pará (2.047) e por Rondônia (936).
Mortes
Ao analisar as 3.461 internações por intoxicação proposital ou causada por terceiros, novamente, a maioria dos casos se concentra na Região Sudeste, com 1.513 casos ao longo do período analisado.
No entanto, as outras cinco aparecem com totais muito próximos: o Sul registrou 551 ocorrências, o Nordeste, 492 ocorrências, o Centro-Oeste, 470 ocorrências, e o Norte, 435 ocorrências.
Em números absolutos, ocupam o topo do ranking os seguintes estados: São Paulo (754 casos), Minas Gerais (500 casos), Pará (295 casos), Paraná (289 casos), Goiás (248 casos), Bahia (199 casos), Rio de Janeiro (162 casos) e Santa Catarina (153 casos).
No outro extremo aparecem Amapá (16 casos), Sergipe (8 casos), Alagoas (4 casos), Acre (3 casos) e Roraima (1 caso).
Perfil das vítimas
Os dados trazem também informações gerais sobre o perfil das vítimas de envenenamento, seja proposital ou acidental, sendo que a maioria dos casos envolve homens (23.796 registros).
Com relação à idade das vítimas, o destaque são adultos jovens com idade entre 20 anos e 29 anos, que respondem por 7.313 registros, e crianças de 1 a 4 anos, que concentram 7.204 registros.
As faixas com menos casos são bebês com menos de 1 ano e idosos, com idade entre 70 e 79 anos (com 1.612 registros) e com 80 anos ou mais (968).
Casos recentes
Em dezembro de 2024, três pessoas de uma mesma família morreram no município de Torres (RS) após consumirem um bolo contaminado com arsênio. A nora da mulher que preparou o bolo foi presa acusada de ter envenenado a farinha usada no alimento.
Em janeiro de 2025, uma refeição adulterada com inseticida e oferecida durante uma ceia de Réveillon na cidade de Parnaíba (PI) deixou nove pessoas intoxicadas, das quais cinco morreram em decorrência do envenenamento – incluindo um bebê de menos de 2 anos.
Em abril, no município de Imperatriz (MA), duas crianças perderam a vida após comerem um ovo de Páscoa envenenado. A mãe das crianças também comeu o alimento e precisou ser hospitalizada.
Também em abril, na capital do Rio Grande do Norte, um açaí entregue em domicílio resultou na morte de uma bebê de 8 meses e deixou uma mulher em estado grave. O alimento, como em diversos casos anteriores, teria sido enviado como presente para uma das vítimas.
Fonte: Agência Brasil
Foto: Divulgação
O presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Alberto Chebabo, alertou na sexta-feira (5) que casos de covi-19 no Brasil continuam ocorrendo.
“Obviamente não com o mesmo impacto do período da pandemia, mas ela não desapareceu. No momento, vivemos um aumento de casos em várias cidades brasileiras”, disse em uma das mesas da 27ª Jornada Nacional de Imunizações, na capital paulista.
Com o mote Vacinando gerações: um compromisso de todos, o evento, organizado pela Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), contou com 90 atividades e palestrantes brasileiros e estrangeiros.
Segundo Chebabo, no momento a covid-19 atinge populações muito específicas, principalmente crianças abaixo de 2 anos de idade, que não foram expostas ao vírus e que, se não forem vacinadas, serão impactadas de forma semelhante ao que ocorreu na pandemia, aumentando o risco de complicação e de internação hospitalar.
“Hoje, dois terços das crianças internam. Em 2024, por exemplo, foram 82 óbitos de crianças. É um número bastante expressivo, considerando que são crianças acometidas por uma doença que é imune e prevenível por vacina”, alertou.
Os idosos acima de 60 anos de idade também são uma população sensível aos riscos da covid-19, já que com o próprio envelhecimento do sistema imune, o organismo perde a capacidade de resposta e de proteção.
“Essa população é a de mais risco de complicações e óbito. A maior parte dos óbitos acontece na população dos mais idosos. As gestantes também estão no grupo dos mais suscetíveis e sua vacinação é importante porque também protege a criança até que ela tenha a idade para conseguir ser revacinada”, explicou.
Chebabo ressaltou que para a maioria da população, a covid-19 é uma doença viral como as outras doenças virais que existem em circulação, e que nos quadros leves não faz diferença. Ele recomendou, como medida de saúde pública, testar a todos.
“Como estratégia de saúde pública, com os recursos financeiros que temos, talvez ela não seja importante para a maioria da população, mas para alguns grupos é fundamental. Então, para os idosos, para os imunossuprimidos, para reduzir o risco de complicações, internação hospitalar e morte, a testagem é fundamental”, defendeu.
No caso dos grupos que já foram vacinados e têm menor risco de complicações, Chebabo recomenda como medida individual, caso a pessoa queira, fazer o teste na farmácia ou no laboratório. A ação vale para avaliar uma possível associação em caso de complicações futuras, facilitando o entendimento do quadro de saúde.
Vacinas combinadas
Segundo o professor de epidemiologia na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) Expedito Luna, a comunidade científica tem discutido a possibilidade de combinar a vacina contra influenza com a vacina contra a covid-19, o que permitiria que as pessoas ficassem imunizadas com apenas uma vacina. Entretanto, segundo ele, alguns obstáculos ainda apontam que, por enquanto, ainda não há essa possibilidade.
“No caso da gripe, as vacinas são atualizadas todo ano. Para o mundo, duas vezes por ano, porque tem uma vacina para o Hemisfério Sul e outra para o Hemisfério Norte. Esse processo foi pactuado entre a Organização Mundial da Saúde, de forma que, mesmo com indústrias diferentes, concorrentes entre si, elas produzem a mesma vacina todo ano, porque elas seguem a recomendação de composição da vacina que é padronizada pela OMS”, explicou.
De acordo com Luna, o vírus do SARS-CoV-2 tem uma taxa de mutação muito alta, assim como o vírus da influenza, porém na influenza já se conhece o comportamento, que é sazonal, permitindo que a vacinação seja feita antes do período de maior incidência.
“Com relação à covid-19, tudo isso é muito recente e o dado mundial nos mostra que ela ainda não tem esse comportamento sazonal claro. Aqui no Brasil, estamos vendo dois picos no ano. Então, não valeria a pena termos uma vacina que tem as duas coisas juntas, quando os vírus ocorrem separadamente”, observou.
Luna lembrou que a política atual do Ministério da Saúde recomenda para os grupos de risco para a covid-19 duas doses da vacina por ano, uma a cada 6 meses, o que seria complicado se a vacina fosse combinada.
“Com essas evidências, se estivesse na posição de decidir pelo Brasil, eu decidiria não usar a vacina combinada, continuar com as duas separadas, que dá mais oportunidades de ganhos tanto para uma quanto para outra”, disse.
Dados recentes da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed), que reúne empresas responsáveis por mais de 85% do volume de exames realizados na saúde suplementar do Brasil, apontam aumento dos casos de covid-19 no país nas últimas dez semanas de referência. O índice de positividade chegou a 13,2%, o maior desde março deste ano.
Segundo o patologista clínico e líder do Comitê Técnico de Análises Clínicas da Abramed, Alex Galoro, a alta da covid-19 é explicada pela queda natural dos anticorpos e pelo surgimento de variantes, mesmo em uma população já imunizada.
“As infecções respiratórias têm comportamento cíclico, influenciadas pela transmissibilidade e pela imunidade da população. O inverno favorece aglomerações em ambientes fechados, o que aumenta a transmissão. Porém, a imunidade, gerada por infecções prévias e pela vacinação, ajuda a evitar grandes aumentos”, explicou.
Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), disse neste domingo, 7, que o tom do seu discurso na Avenida Paulista durante o ato pela anistia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reflete o sentimento popular. “As pessoas estão cansadas, muito cansadas. Só traduzi um pouco do sentimento das pessoas”, disse ele ao responder sobre o tom adotado no palanque.
Em seu discurso, Tarcísio criticou abertamente o STF e disse que “ninguém aguenta mais a tirania de um ministro como Moraes” e que não irá aceitar a “ditadura de um Poder sobre o outro”. As declarações marcam uma mudança de postura do chefe do Executivo paulista, que normalmente evita criticar diretamente o Supremo, o que já lhe rendeu diversas críticas de bolsonaristas no passado.
Dessa vez, no entanto, pelo menos neste primeiro momento o discurso foi bem recebido pelos aliados do ex-presidente. “Discurso duríssimo do governador Tarcísio. Direto, reto e objetivo (…) Divisor de águas, momento importante”, escreveu no X Fábio Wajngarten, ex-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência da República no governo Bolsonaro. Ainda de acordo com Tarcísio, as manifestações deste domingo mostraram que há “clamor popular” pela anistia e que elas dão forças para a medida ser aprovada no Congresso.
“Tem uma parcela da população que acha injusto o que está acontecendo. Foi uma manifestação de força. Ruas lotadas não só aqui em São Paulo, mas em outras cidades, onde tivemos sucesso. Grande mobilização, muita gente de verde e amarelo. A gente acredita que isso ajuda, dá força às articulações. Vai se estabelecendo um consenso que a gente precisa de um caminho para a pacificação e esse caminho é o da anistia”, acrescentou ele.
Fonte: Pedro Augusto Figueiredo/Estadão Conteúdo
Bruno Henrique comemora gol em Flamengo x Vitória — Foto: Alexandre Durão
Julgado nesta quinta-feira pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), o atacante Bruno Henrique, do Flamengo, foi suspenso por 12 jogos. Ele foi denunciado por forçar um cartão amarelo para beneficiar apostadores em 2023, em um jogo contra o Santos, no Mané Garrincha, pelo Brasileirão. O julgamento começou na manhã desta quinta-feira e durou mais de oito horas. Cabe recurso.
Bruno Henrique foi absolvido no artigo 243 do Código de Justiça Desportiva, que fala em manipular e prejudicar uma equipe de forma deliberada. No entanto, por 4 votos 1, os auditores decidiram que o atacante do Flamengo agiu de forma contrária à ética desportiva. Por isso, ele foi condenado a 12 jogos de suspensão, além de multa de R$ 60 mil.
Recurso e efeito suspensivo
Todas as partes podem recorrer. O Flamengo indicou que deve entrar com recurso. Nesse caso, Bruno Henrique será julgado no pleno do STJD.
Enquanto o recurso não é julgado, o Flamengo vai pedir o efeito suspensivo. A lei indica que, a partir de dois jogos de suspensão, o efeito suspensivo é garantido. Nesse caso, pela gravidade do tema, pode haver uma decisão contrária, mas tendência é que consiga o efeito suspensivo.
O atacante não esteve na sede do STJD, mas entrou na audiência por videoconferência. Ele acompanhou a maior parte do julgamento, que durou quase oito horas, fez um breve pronunciamento e se declarou inocente. O advogado Alexandre Vitorino foi o representante do atacante. Advogados do Flamengo também estiveram presentes: Michel Assef Filho e Flavio Willeman (vice-presidente do clube).
A Procuradoria denunciou mais quatro atletas amadores. Três deles compareceram à audiência de forma virtual: Claudinei Vitor Mosquete Bassan, Andryl Sales Nascimento dos Reis e Douglas Ribeiro Pina Barcelos. Wander Nunes Pinto Junior, irmão de Bruno, foi representado por um advogado.
Bruno Henrique foi denunciado pela Procuradoria do STJD em vários artigos do CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva): art. 243, §1º; art. 243-A, parágrafo único; art. 184 e art. 191, III. Além do artigo 65, II, III e V, do regulamento geral de competições da CBF de 2023.
O que aconteceu?
Em abril deste ano, a Polícia Federal indiciou Bruno Henrique. Ele é acusado de fraude esportiva e foi denunciado no artigo 200 da Lei Geral do Esporte – fraudar, por qualquer meio, ou contribuir para que se fraude, de qualquer forma, o resultado de competição esportiva ou evento a ela associado –, com pena de dois a seis anos de reclusão.
A denúncia do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) foi aceita pela Justiça do Distrito Federal, e o atleta do Flamengo ainda será julgado na esfera comum.
Além de Bruno Henrique, também fazem parte da investigação Wander Nunes Pinto Júnior (irmão do atleta), Ludymilla Araújo Lima (esposa de Wander) e Poliana Ester Nunes Cardoso (prima do jogador), e Andryl Sales Nascimento dos Reis, Claudinei Vitor Mosquete Bassan e Douglas Ribeiro Pina Barcelos (amigos de Wander, segundo as investigações). Ludymilla e Poliana ficaram fora da lista de denunciados do STJD.
A investigação da Polícia Federal foi iniciada em agosto do ano passado. Em novembro, o jogador e outros suspeitos foram alvo de uma operação de busca e apreensão. Investigadores extraíram conversas do celular de Wander que embasaram o indiciamento dos suspeitos.
O atacante do Flamengo teria informado a Wander que tomaria um cartão amarelo em jogo contra o Santos, disputado em Brasília, em novembro de 2023 – o jogador estava pendurado com dois cartões amarelos. Apostas feitas por Wander, a esposa dele, uma prima e amigos chamaram atenção das empresas de bets, que estranharam o volume de dinheiro no cartão amarelo de Bruno Henrique.
Fonte: As informações são do GE.
Foto: Reprodução
O Instituto de Pesquisa Realtime Big Data consultou os brasileiros sobre a aprovação do governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva. Os dados mostram opiniões divididas, sendo que 38% dos entrevistados consideraram a gestão do petista como ‘péssima ou ruim’, enquanto 31% a classificaram como ‘ótima ou boa’. Além disso, 29% das pessoas consultadas avaliam o governo Lula como regular, sendo que 2% não souberam ou não quiseram responder.
O Realtime Big Data também questionou se o entrevistado aprova ou desaprova o Governo Lula. Ao responder essa pergunta, 49% disseram que desaprovam e 47% disseram que aprovam, enquanto 4% não responderam. Neste ponto, a pesquisa aponta para um empate técnico nas opiniões, uma vez que a margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
O consultor eleitoral e sócio estrategista do Realtime Big Data, Wilson Pedroso, avalia que a pesquisa já reflete o sentimento do eleitorado para 2026. “No próximo ano, vencerá as eleições aquele candidato que conseguir conquistar esse 1/3 flutuante, que é composto pelos brasileiros que não escolhem o candidato não por uma questão de ideologia de esquerda ou direita, mas pelo conteúdo. São exatamente esses os 29% que avaliam o governo como regular”.
A pesquisa foi realizada entre os dias 28 e 30 de agosto e ouviu 2,5 mil pessoas de todas as regiões do Brasil. O índice de confiança é de 95%, com margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
Sobre o Realtime Big Data
O Realtime Big Data é uma das grandes referências nacionais em ciência de dados e pesquisas qualitativas e quantitativas, destacando-se pelo alto nível de excelência técnica e pela oferta de análises claras. Fundado em 2015 pelo cientista político Bruno Soller, o Instituto de Pesquisa tem atuado especialmente no cenário político, de forma a transformar números em informação para apoiar as melhores decisões de governo e de estratégias eleitorais.
A partir de 2024, o Realtime Big Data inicia uma nova fase, marcada pela chegada do sócio estrategista Wilson Pedroso e pela ampliação dos braços de atuação.
Fonte: As informações são de assessoria.
Foto: Reprodução
O estoque de sangue tipo O negativo está crítico na Fundação Hemocentro de Brasília. O tipo sanguíneo é considerado doador universal, já que pode ser usado em qualquer paciente, em emergências, transfusões neonatais e cirurgias de alto risco.
De acordo com o hemocentro, doadores com tipo sanguíneo O negativo não precisam agendar horário e têm senha preferencial até o próximo dia 10.
Para doar sangue, é preciso ter entre 16 e 69 anos de idade. Menores de 18 anos devem apresentar formulário de autorização e cópia do documento de identidade com foto do pai, da mãe ou do tutor/guardião.
Já os idosos devem ter realizado pelo menos uma doação de sangue antes dos 61 anos. Além disso, todos os doadores devem pesar mais de 51 quilos e ter índice de massa corporal (IMC) maior ou igual a 18,5.
O uso de alguns medicamentos, segundo o hemocentro, podem impedir a doação. A lista completa pode ser conferida no site da instituição.
Também é preciso dormir pelo menos seis horas, com qualidade, na noite anterior à doação; não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas anteriores à doação; e não fumar duas horas antes da doação.
Fonte: Agência Brasil
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