Segunda-feira, 09 de Fevereiro de 2026
BRASIL

Foto: Reprodução

Transplantado, com perda de audição em um dos ouvidos e diagnóstico de câncer de pele em estágio avançado, Eduardo da Costa, 53, solicitou um benefício por incapacidade ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) em 25 de dezembro de 2025, mas teve sua perícia médica agendada apenas para março.

Sem conseguir atendimento presencial nas agências, o motoboy segue sem renda previdenciária, mesmo impossibilitado de exercer a profissão. Ele afirma depender quase exclusivamente dos canais digitais do instituto para tentar resolver a situação e acelerar o processo, mas diz que o aplicativo e os sistemas do INSS apresentam instabilidade frequente.

Eduardo é um dos segurados que devem ser alcançados pela fila nacional de análise de benefícios, criada em meados de janeiro pelo instituto. Com a mudança, os pedidos deixaram de ser organizados apenas de forma regional, e servidores de localidades com menor demanda passaram a atuar em processos de áreas onde o tempo de espera é maior.

Apesar disso, a nova fila começa a operar sob pressão de casos graves, com segurados em situação crítica ainda à espera de perícia e sem acesso ao benefício. Especialistas apontam que a dificuldade em diferenciar casos mais graves ocorre porque a fila do INSS é composta majoritariamente por segurados que já se enquadram em algum tipo de prioridade legal, como idosos, pessoas com deficiência ou com doenças incapacitantes.

Na prática, isso faz com que situações de gravidade distinta sejam tratadas de forma semelhante na marcação da perícia, já que não há determinação para que o sistema classifique os pedidos com base na urgência clínica antes da avaliação médica.

Em nota, o MPS (Ministério da Previdência Social) afirma que a fila de perícias é única e organizada pela data de entrada do requerimento. "A fila respeita a ordem de entrada dos pedidos, não sendo possível distinguir graus de gravidade", diz o órgão. Segundo a pasta, a enfermidade do segurado só é identificada no momento da realização da perícia médica.

O colunista da Folha e advogado previdenciário Rômulo Saraiva diz que a falta de priorização clara ainda é um dos principais problemas do sistema. Segundo ele, apesar de existirem leis que asseguram atendimento preferencial a determinados grupos em situações como o pagamento de precatórios, o fluxo de marcação de perícias do INSS não distingue a gravidade dos casos no momento do agendamento.

O tamanho atual da fila do instituto também representa um desafio adicional para segurados que dependem do benefício. De acordo com o Boletim Estatístico da Previdência Social de dezembro de 2025, o INSS soma hoje mais de 3 milhões de requerimentos de benefícios em análise ou aguardando perícia médica inicial. O número representa um novo recorde e contrasta com a promessa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de zerar a fila.

Desse total, cerca de 982,2 mil estão dentro do prazo de até 45 dias, enquanto quase 1,7 milhão já ultrapassou esse período. Outros 357 mil pedidos permanecem pendentes por falta de cumprimento de exigências documentais por parte dos segurados. A região Nordeste concentra o maior volume de pendências, com mais de 1,08 milhão de requerimentos.

Há ainda casos, de acordo com Saraiva, em que pessoas se machucam e esperam tanto tempo que, quando realizam a perícia, já estão melhores ou até voltaram a trabalhar, o que pode levar à negativa do benefício ou à não concessão dos valores de forma retroativa.

Arianne Liz, 34, por exemplo, é funcionária de uma empresa de logística e está afastada desde o fim de outubro, quando rompeu o ligamento do joelho e lesionou o menisco. Ela passou por cirurgia, apresentou laudos médicos que indicam necessidade de afastamento e tenta desde novembro realizar a perícia.

O agendamento acabou marcado apenas para março, após tentativas frustradas de antecipação por telefone e pelo aplicativo Meu INSS. Segundo Arianne, ela tentou enviar documentos para adiantar o processo, mas o INSS informou que os arquivos estavam corrompidos.

"Como tenho vários laudos, mandei todos, e eles explicam que tenho de ligar no 135 [central telefônica do INSS], mas a espera passa de 30 minutos e, quando atendem, a ligação cai", afirma. Sem renda, Arianne diz que hoje conta com a ajuda da mãe e de outros familiares para se manter. Ela diz que, caso o benefício seja negado, pretende recorrer à Justiça.

O MPS diz que, nos últimos meses, a fila da perícia foi impactada pelo aumento significativo na quantidade de requerimentos de benefícios ao INSS, mudanças legislativas e também pelos processos de revisão de benefícios por incapacidade e BPC (Benefício de Prestação Continuada). "A expectativa é que, nos próximos meses, com a atuação dos 500 novos peritos nomeados recentemente e mudanças administrativas, haja redução na fila de espera."

Rômulo Saraiva diz que o grande contingente de servidores da autarquia em regime de home office também pode estar afetando o atendimento aos beneficiários. Para o especialista, com o retorno de um número maior de funcionários ao trabalho presencial, a fila poderia avançar com mais rapidez.

"A demanda social da Previdência é muito peculiar. São pessoas que não sabem mexer no celular, que não têm internet, que têm dúvidas mesmo", afirma.

O Ministério da Previdência Social diz que as principais ações para enfrentar a fila da perícia médica incluem:

A análise documental por meio do atestado médico (Atestmed), realizado de forma remota, com cerca de 400 mil análises por mês;

A modalidade Perícia Conectada, que utiliza a telemedicina para a realização das perícias médicas. Em 2025, segundo o MPS, cerca de 250 mil segurados foram atendidos por meio do sistema;

Os mutirões de perícias, que buscam reduzir o tempo de espera dos segurados por benefícios que dependem da avaliação médica;

A contratação de 500 novos peritos médicos para reforçar o atendimento.

CRIAÇÃO DA FILA NACIONAL

Elimar Mello, advogado especialista em direito previdenciário e sócio do escritório Badaró Almeida & Advogados Associados, afirma que a unificação e criação de uma fila nacional é uma medida urgente e necessária. Segundo ele, com a mudança, o tempo de espera deixa de depender da região onde o pedido foi feito e passa a seguir a ordem cronológica de entrada dos requerimentos, o que tende a equilibrar também o volume de trabalho entre servidores em todo o país.

Ele adiciona que a medida ganha relevância diante da definição de prioridade para pedidos com mais de 45 dias de espera e para os casos considerados mais sensíveis, como o BPC (benefício para idosos e pessoas com deficiência de baixa renda) e os benefícios por incapacidade, que, de acordo com dados do governo, representam mais de 80% dos processos represados.

Apesar disso, Mello ressalta que, nos casos que exigem exame médico presencial, o andamento continua condicionado à disponibilidade de peritos em cada localidade. "A fila nacional agiliza a concessão do direito, mas não multiplica o número de médicos nas agências", afirma.

Rômulo Saraiva também aponta que, apesar de importante, a redistribuição da fila pode esbarrar em diferenças regionais. Segundo ele, servidores de uma região podem não ter domínio sobre as peculiaridades de outra, como em casos de análise de trabalhadores rurais ou extrativistas. Nessas situações, diz, a tendência é a negativa do benefício em caso de dúvida, o que apenas desloca o problema para a fila de recursos administrativos ou para a Justiça, que são ainda mais lentas.

De acordo com INSS, com a nacionalização da fila, em uma semana, mais de 118 mil tarefas foram puxadas para análise de pedidos de benefícios que aguardavam havia mais de 45 dias. Desse total, o instituto diz que 60 mil já tiveram a análise concluída.

TEMPO DE ESPERA E JUDICIALIZAÇÃO

A lei 9.784, de 1999, determina que, após a entrega da documentação, a administração pública —e consequentemente o INSS— tem o prazo legal de até 30 dias para decidir sobre o pedido, prorrogável por igual período, desde que a extensão seja expressamente justificada no processo administrativo.

"Isso significa que a demora indefinida não é apenas um incômodo, é uma ilegalidade. O silêncio do INSS por meses viola diretamente essa norma federal", diz o advogado Elimar Mello. Ele acrescenta que a Constituição prevê que o serviço público deve ser prestado com qualidade e rapidez. "Não adianta a lei prometer um benefício se o Estado demora tanto para concedê-lo que o cidadão chega a passar necessidade."

Segundo Mello, após cerca de 60 dias (quando o prazo legal já foi extrapolado), insistir por vias administrativas, seja pela Central 135, seja presencialmente nas agências, costuma ter pouco efeito prático. Nesses casos, afirma, o caminho mais eficaz tende a ser a Justiça.

A judicialização, porém, também pode se arrastar. Uma segurada que conversou com a reportagem e preferiu não se identificar diz que foi afastada em janeiro de 2025 por um médico do trabalho em decorrência de um caso de depressão. Ela afirma que entrou com pedido de benefício em março pelo sistema digital, mas enfrentou falhas na plataforma e precisou ir presencialmente a uma agência em abril. A perícia foi marcada apenas para julho, quando o benefício acabou negado.

Ela entrou com recurso administrativo e, desde então, aguarda nova análise. Sem renda há cerca de um ano, ela diz que deixou de pagar o cartão de crédito, o que faz com que sua dívida aumente cada vez mais.

Segundo Rômulo Saraiva, quando um benefício é negado e o segurado recorre administrativamente, o tempo médio de espera supera 460 dias. Com isso, a demora inicial empurra parte dos segurados para a Justiça e amplia ainda mais o tempo de espera.

Fonte: Júlia Galvão/Folhapress



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Segunda-feira, 09 de Fevereiro de 2026
Bahia

Foto: Reprodução

O ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, manifestou solidariedade ao senador Otto Alencar, que passou por um procedimento cardíaco neste domingo (8).

“Desejo pronta recuperação ao senador Otto Alencar, que precisou passar por um procedimento cardíaco após se sentir mal durante agenda política no município de Lapão. Que tenha um restabelecimento rápido e tranquilo, com saúde e serenidade junto à família”, afirmou ACM Neto.

Otto Alencar foi submetido a uma cirurgia para implantação de um marca-passo após se sentir mal no retorno de uma agenda política no município de Lapão. O procedimento foi realizado no Hospital Aliança, em Salvador.

De acordo com a assessoria do senador, ele está internado na UTI cardíaca, com quadro de saúde considerado estável. 

Fonte: As informações são de assessoria.



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Domingo, 08 de Fevereiro de 2026
Notícias

Foto: Reprodução

A região de Irecê amanheceu consternada neste domingo (8) com a confirmação da morte de Acácio Mendes Miranda, diretor do Hospital AMI. O empresário não resistiu aos ferimentos causados por um grave capotamento ocorrido na tarde do último sábado (7), na rodovia BA-801, no trecho entre Itapicuru e Fazenda Nova, no município de Irecê.

Acácio conduzia uma caminhonete S10 quando o acidente aconteceu. Ele foi socorrido em estado grave e encaminhado com urgência ao Hospital Regional de Irecê. Apesar dos esforços da equipe médica, o empresário veio a óbito na manhã deste domingo.

A morte de Acácio provocou forte comoção e diversas manifestações de pesar, que ressaltam seu compromisso com a saúde e o atendimento humanizado à população regional.

Fonte: Da Redação



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Domingo, 08 de Fevereiro de 2026
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Sábado, 07 de Fevereiro de 2026
Notícias

Foto: Maurício Leiro / Bahia Notícias

Presente na 3ª edição do Fórum S.O.S Bahia, iniciativa da Fundação Índigo em parceria com o União Brasil, o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, reforçou seu apoio ao pré-candidato ao governo estadual da Bahia, Antônio Carlos Magalhães (ACM) Neto (União). Em entrevista coletiva, o político afirmou que a Bahia “têm uma alternativa de mudança que não é um salto no escuro”.

“É preciso mudar. A sorte da Bahia é que vocês têm uma alternativa de mudança que não é um salto no escuro. Ao contrário, é uma experiência que tem longa tradição nas construções da Bahia Moderna, mas é uma renovação impressionante, recém praticada em Salvador”, afirma Ciro.

Em sua fala, Ciro completou que “o Neto é um sopro de modernidade um sopro de competência, um sopro de seriedade numa esclerose múltipla que tomou conta do poder político da Bahia, que é o abuso de poder”. Ao citar indiretamente o governoe estadual, liderado pelo PT há cerca de 20 anos, o ex-ministro da integração nacional diz que “[Eles, políticos vinculados ao PT] Brigam violentamente entre si, mas se juntam para poder conservar o poder sem projeto, sem estratégia, sem compromisso, renovando promessas”.

Entre as promessas, o ex-líder do PDT cita a Ponte Salvador-Itaparica. “A ponte de Itaparica talvez seja a caricatura maior, desde que eu me entendo por gente que essa gente do PT promete a Ponte de Itaparica que vai ser, mas tem muitas outras promessas”, destaca.

Especialmente sobre a disputa eleitoral à presidência, que vem se estruturando entre a tentativa de reeleição de Lula e a articulação de pré-candidatos no campo da oposição, Ciro avalia que, a posiçção de Gilberto Kassab, líder nacional do PSD, é inteligênte. Atualmente o PSD nacional reúne um grupo de sete governadores estaduais, entre eles Ronaldo Caiado (Goiás), Ratinho Júnior (Paraná) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), todos se apresentando como potenciais candidatos ao Palácio do Planalto.

“Acho que o Kassab é uma pessoa muito inteligente e muito visionária”, destaca Ciro. “Eu acho que ele está sentindo que tem uma parte grande de brasileiros que está votando no A porque odeia o B e está votando no B porque odeia o A. E que se tivesse um C, provavelmente poderiam votar. E ele está, acho que, explorando essa possibilidade de lançar um C. Acho que isso é muito bom para o país”, conclui.

Fonte: Bahia Notícias



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Sábado, 07 de Fevereiro de 2026
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Fonte: Informe Publicitário



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Sexta-feira, 06 de Fevereiro de 2026
Notícias

Foto: Reprodução

Efeito climático que atinge ao menos 65 cidades e afeta diretamente cerca de 2 milhões de pessoas no Estado, a seca foi o tema do seminário SOS Bahia – Caminhos para desenvolver e transformar a realidade do semiárido baiano, promovido pela Fundação Índigo na noite desta quinta-feira (5), em Irecê.

Realizado no auditório do Hotel Fiesta, o fórum contou com as participações do presidente da Fundação Índigo, ACM Neto, dos ex-governadores Ciro Gomes (Ceará) e Paulo Souto (Bahia), do presidente do diretório estadual do União Brasil, Paulo Azi, além de deputados estaduais, vereadores, lideranças, agricultores, comerciantes e moradores de Irecê e outras cidades da região.

Segundo ACM Neto, o PT virou as costas para algo que toca no coração das pessoas mais pobres da Bahia, que vivem no semiárido. Quando a gente olha, em 20 de governos do PT não houve o início e a conclusão de uma grande obra para reforçar a segurança hídrica em todo o semiárido. Não há sequer uma barragem que tenha começado e acabado dentro do semiárido, território que ocupa 85% da área do nosso Estado e onde vive metade da população”.

ACM Neto disse também que a falta de água é uma realidade vivida pela população de diversos municípios. “Falta água para o abastecimento humano, falta água para garantir a vida dos animais, falta água para a produção de alimentos. O pequeno produtor foi esquecido pelo PT: não existe apoio técnico, não existem linhas de crédito, não existe acesso à água. Resultado: a seca tem efeito cascata porque compromete a economia e isso impacta na arrecadação das pessoas”.

Em sua apresentação, Ciro Gomes, que também foi ministro da Integração Nacional, disse que o governo brasileiro ignora os problemas causados pela seca. “O governo não dá a devida atenção ao que acontece no semiárido. Falta ao Brasil um projeto estratégico que enfrente o problema do semiárido, que é o endereço da miséria e da pobreza mais sofridas do país. Você tem muita miséria na periferia das grandes cidades, no fundão da Amazônia, mas o polo mais hostil de expulsão de pessoas pela migração é o semiárido do Nordeste. E o nosso semiárido nordestino é, de todos os semiáridos do mundo, o que tem a melhor condição de resolver o seu problema”, afirmou Ciro Gomes.

De acordo com Ciro Gomes, o semiárido da Bahia tem dois projetos estruturantes fundamentais que se arrastam há décadas. “Um deles ainda nem saiu do papel, que é o Canal do Sertão. O outro, o Baixio de Irecê, caminha lentamente. É preciso garantir o abastecimento humano, e nem isso acontece em Irecê atualmente, quanto mais em cidades menores. A Bahia também precisa de água para a produção, para gerar emprego e renda, mas nada disso vai acontecer se o governo não investir em obras e projetos”.

Propostas para o semiárido

Ex-governador da Bahia, Paulo Souto afirmou que a seca é conhecida e previsível. “O que não pode acontecer, mas é realidade na Bahia, é a omissão do Estado”. Souto disse também que todo o semiárido baiano é suscetível à desertificação e acrescentou que a Bahia perdeu uma oportunidade histórica de exigir do governo federal grandes obras hídricas em seu território, como compensação pelo fato de ser o Estado doador para o projeto de transposição do rio São Francisco.

Ao final do evento, ACM Neto leu uma carta que aponta caminhos para o semiárido, com destaque para a retomada de uma política pública de segurança hídrica, a conclusão de projetos estratégicos, como o Canal do Sertão e o Baixio de Irecê, a construção de novas barragens de médio porte e a conclusão das barragens de Baraúnas (entre Seabra e Boninal) e Catolé (Barra do Choça/Vitória da Conquista), a universalização do acesso à água para consumo humano, a implantação de um programa permanente de recuperação ambiental da caatinga, a implantação de distritos sociais verdes e investir em logística e conectividade digital.

No ano passado, a Fundação Índigo promoveu fóruns relacionados à segurança pública e à saúde. O próximo seminário, ainda sem data definida, será sobre educação. As informações são de assessoria.

Fonte: As informações são de assessoria.



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Sexta-feira, 06 de Fevereiro de 2026
PRESIDENTE DUTRA

Gestão eficiente segue transformando comunidades rurais com novos investimentos em infraestrutura e lazer

Na manhã desta sexta-feira (6), o prefeito de Presidente Dutra, Roberto Carlos Alves de Souza, conhecido como Robertão, deu início à construção de uma nova praça no povoado de Zumba. A obra faz parte de um pacote de investimentos voltado à valorização dos povoados e à melhoria da qualidade de vida da população.

Durante o ato de ordem de serviço, o prefeito destacou que a praça de Zumba integra um conjunto de três equipamentos públicos, ao lado das praças de Água Clara e da Vila de Campo Formoso.

Conforme destacou o prefeito Robertão, a expectativa é que a obra seja concluída até o mês de abril, permitindo a inauguração durante os festejos do padroeiro. O ritmo da administração municipal segue acelerado, com novas obras para iniciar e diversas outras para inaugurar nos próximos meses.

“Temos mais quatro ou cinco obras prontas para serem iniciadas antes da Festa da Rainha da Pinha e mais de dez obras previstas para inauguração até lá. A população pode aguardar, porque vem muito mais por aí”, ressaltou o prefeito.

A eficiência da gestão municipal também foi ressaltada por lideranças políticas presentes. O presidente da Câmara de Vereadores, Edinho de Daniel, enfatizou que o trabalho do prefeito deixa marcas em todas as comunidades do município.

“É uma grande satisfação viver esse momento de alegria, ao lado dos vereadores, do nosso prefeito, dando a ordem de serviço de uma belíssima praça que vai beneficiar diretamente o povoado de Zumba. Essa é a marca desse grupo e do prefeito Robertão”, afirmou.

Já o vice-prefeito Oderdan Machado elogiou o empenho de Robertão na busca por recursos e no diálogo com o Legislativo.

“Estamos dando mais uma ordem de serviço, agora para a praça de Zumba, somando-se às obras já realizadas em Campo Formoso e Água Clara. Parabenizo o prefeito Robertão pelo compromisso com o desenvolvimento de Presidente Dutra. Muitas outras obras ainda virão”, afirmou.

Moradores do povoado de Zumba comemoraram início da obra e reafirmaram a confiança na atual administração municipal. Para a comunidade, a nova praça representa mais qualidade de vida e valorização da localidade. Um dos moradores fez questão de agradecer a iniciativa. “Só temos a agradecer ao prefeito. Ele prometeu e cumpriu. Robertão promete e faz. Estamos juntos”, declarou.

Ao final do evento, o prefeito Robertão agradeceu aos deputados Júnior Muniz e Ivoneide Caetano. O ato contou com a presença do prefeito, do vice-prefeito, do presidente da Câmara de Vereadores, dos parlamentares municipais, além de moradores do povoado.

Com um ritmo intenso de trabalho, a gestão de Robertão segue avançando, consolidando-se como uma das mais ativas e eficientes da história recente de Presidente Dutra.

Fonte: Da Redação



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