Quinta-feira, 30 de Janeiro de 2025
Agricultura

Região de Irecê responde por uma fatia expressiva da produção baiana de tomate – Foto: reprodução

A região de Irecê segue como um dos principais polos de produção de tomate na Bahia, conforme dados divulgados pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (SEAGRI).

O estado registrou uma produção total de 343,2 mil toneladas em uma área colhida de 6,1 mil hectares, alcançando um valor de produção de R$ 935,9 milhões.

Entre os 20 municípios baianos que mais produzem tomates, sete pertencem à região de Irecê, consolidando sua importância na cadeia produtiva do estado.

Os destaques são Cafarnaum (6º lugar, 297 hectares), Ibititá (7º lugar, 226 hectares), América Dourada (9º lugar, 190 hectares), Canarana (10º lugar, 158 hectares), João Dourado (11º lugar, 147 hectares), Barro Alto (12º lugar, 101 hectares) e Lapão (15º lugar, 97 hectares).

Municípios da Chapada Diamantina, como Morro do Chapéu, Iraquara, Seabra, Ibicoara e Mucugê, também figuram entre os principais produtores do estado.

Para 2025, especialistas do setor projetam um recuo nos investimentos devido aos baixos preços registrados no segundo semestre de 2024. Esse cenário foi influenciado pela alta produtividade, impulsionada por condições climáticas favoráveis e avanços tecnológicos.

Para mais informações sobre a produção agrícola e outros assuntos da região, acesse www.centralnoticia.com.br.

Fonte: Da Redação



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Sexta-feira, 24 de Janeiro de 2025
Agricultura

Município ocupa a 14ª posição entre os maiores produtores do estado, com 1.106 hectares irrigados - Foto: reprodução

O município de Ibipeba, localizado na região de Irecê, é um importante polo de produção de banana na Bahia.

Segundo dados da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (SEAGRI), Ibipeba ocupa uma área irrigada de 1.106 hectares dedicados ao cultivo da fruta, conquistando a 14ª posição entre os maiores produtores do estado, logo atrás de Juazeiro.

A Bahia, que se firma como o segundo maior estado produtor de banana no Brasil, conta com uma área colhida de 64,7 mil hectares, responsável por uma produção de 862.568 toneladas, gerando uma movimentação econômica de R$ 1,5 bilhão. Esse desempenho é impulsionado principalmente por pequenos agricultores, com Bom Jesus da Lapa liderando a produção estadual, somando 7.380 hectares cultivados.

Entre as variedades mais cultivadas estão a Maçã, Prata Anã e Nanica, sendo esta última cada vez mais procurada pela sua resistência ao mal-do-panamá (doença que afeta as plantas de banana, causada por fungo).

Com perspectivas promissoras para o setor em 2025, a tendência é de expansão na área plantada em diversas regiões do país, incluindo o Semiárido baiano, onde a banana se destaca pela rusticidade e rápido retorno financeiro.

Ibipeba segue mostrando seu potencial na agricultura irrigada e contribuindo para o crescimento econômico do estado.

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Fonte: Da Redação



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Quarta-feira, 22 de Janeiro de 2025
Agricultura

Foto: Reprodução

A Bahia, maior produtor de mamona do Brasil, está otimista com a expansão da produção do grão na safra 2024/2025. De acordo com o último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a área cultivada deve aumentar de 58 mil hectares para 63,5 mil hectares, representando um crescimento de 9,5%. A produtividade também deve subir de 1500 quilos por hectare para 1710 quilos por hectare, um aumento de 14%. Com isso, a produção total está projetada para alcançar 108,6 mil toneladas, um crescimento de 25% em relação à safra anterior.

A alta constante na cotação dos preços tem sido um fator crucial para essa expansão. Em janeiro de 2024, a saca de mamona era vendida a R$ 199,70, enquanto em janeiro de 2025, o preço subiu para R$ 272,50, um aumento de aproximadamente 36,5%. Esse cenário favorável tem incentivado os produtores a ampliar suas áreas de cultivo, muitas vezes substituindo culturas como feijão e milho.

A produção de mamona na Bahia está concentrada principalmente na região de Irecê, no centro-norte do estado, com destaque para os municípios de Canarana, Ibititá, Uibaí,  Presidente Dutra, Barro Alto, Jussara, Central  e Mulungu do Morro, como aponta o Portal da Agropecuária da Bahia (https://portaldaagropecuaria.uefs.br/) - site mantido pela Seagri e atualizado com dados do IBGE. Os grãos são destinados principalmente à indústria de extração de óleo, enquanto as cascas e a torta da mamona são utilizadas como matéria orgânica para o solo. Estudos estão sendo realizados para explorar o uso desses coprodutos na alimentação animal, aumentando ainda mais a versatilidade da mamona.

O secretário da Agricultura da Bahia, em declaração, destacou a liderança do estado no setor e a perspectiva futura: "A Bahia tem se consolidado como o maior produtor de mamona do Brasil, e a safra 2024/2025 promete ser um marco nesse crescimento. Estamos otimistas com a expansão da área cultivada e o aumento da produtividade, que refletem a confiança dos produtores e o potencial econômico da mamona. Continuaremos a investir em pesquisa e tecnologia para manter nossa liderança e garantir um futuro promissor para o setor."

Fonte: Ascom/Seagri



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Segunda-feira, 20 de Janeiro de 2025
Agricultura

Foto: Divulgação

A oferta de cebola segue limitada na Região de Irecê, impactada pelo período de chuvas típicas desta época do ano.

A chegada das precipitações, na semana passada,  dificultou as colheitas e o preparo das próximas áreas de plantio. Além disso, produtores da região haviam reduzido investimentos devido à expectativa inicial de uma safra abundante no Sul do país. A informação é do HF Brasil.

Para minimizar os impactos, muitos agricultores se anteciparam às condições climáticas, realizando colheitas antecipadas e armazenando parte da produção. Esse planejamento permitiu que a oferta na região se mantivesse regular, apesar da redução no ritmo das atividades no campo.

No mercado, os preços continuam estáveis em relação à semana anterior. A cotação da cebola amarela híbrida foi registrada em R$ 38,67 por saco de 20 kg. O cenário reflete o equilíbrio entre a oferta controlada e a demanda.

Para mais informações sobre as condições agrícolas e notícias da região, acesse www.centralnoticia.com.br.

Fonte: Da Redação



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Domingo, 05 de Janeiro de 2025
Agricultura

Foto/Crédito: @anna321fabia

Na Chapada Diamantina, Mucugê se destaca pelo cultivo de batata com manejo hídrico eficiente. A região exemplifica como a tecnologia pode transformar a agricultura.

A batata é sensível a mudanças na disponibilidade de água. Períodos de estiagem podem comprometer a produção, enquanto o excesso hídrico favorece doenças e reduz a aeração do solo.

Com o uso de pivôs centrais de irrigação, os agricultores locais conseguem manter o equilíbrio ideal de umidade no solo. Essa prática eleva a produtividade em até 20%.

O sucesso da irrigação em Mucugê reforça a força da agricultura baiana. A combinação de tecnologia e boas práticas agrícolas têm gerado resultados impressionantes no campo.

Fonte: Da Redação



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Terça-feira, 26 de Novembro de 2024
Agricultura

Àrea cultivada de feijão em 2022 na Região de Irecê — Foto: reprodução

A Região de Irecê, que produziu muito feijão nas décadas passadas, pode voltar a se destacar na produção do grão. Essa retomada ocorre em meio a um cenário climático favorável, com a regularização das chuvas nos últimos anos e a influência das características La Niña, que promete intensificar as precipitações na região.

A agricultura de sequeiro, que havia perdido força, retornou com vigor desde 2020, impulsionada por práticas agrícolas modernas e pelas condições climáticas mais adequadas.  

Mesmo com uma redução de 39% na área plantada no Brasil, a produção de feijão cresceu 30%, conforme dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), evidenciando o impacto positivo de tecnologias de supervisão e manejo adequado.

Além da agricultura de sequeiro, a irrigação por gotejamento, sementes de alta qualidade e o uso racional de recursos hídricos têm contribuido para os bons resultados mesmo em áreas semiáridas.

As chuvas registradas já neste mês de novembro de 2024 animam o setor agrícola da região. De acordo com os principais centros meteorológicos, o possível retorno do La Niña pode manter o ritmo de precipitações acima da média, beneficiando a safra de 2025.

“ Há última safra de feijão que tive foi em 1997. De lá para cá, acumulei muitas perdas e prejuízos por conta dos anos de seca. Não planto há muito tempo, mas este ano promete, estou bastante animado. Além do millho, reservei uma área de 30 tarefas para eu plantar feijão”, disso o agricultor José Ricardo dos Santos, ao Central Notícia.

O La Niña ocorreu em 2016, 2010, 2007, 1998 e 1995, sendo que o episódio mais recente perdurou de julho de 2020 a fevereiro de 2023.

“Plantamos no pivô com uma semente selecionada da Embrapa, que deu muito boa. Parte do nosso plantio foi para o consumo e outra comercializamos. Este ano a produção foi melhor, também devido às chuvas frequentes, e a expectativa para 2025 é ainda melhor, com a La Ninã”, disse ao portal A Tarde, Aidano Martins, agricultor que cultiva feijão para o consumo e comercialização em Irecê, que já foi conhecida como a Capital do Feijão.

O feijão-de-corda, o fradinho e o carioca são os principais tipos cultivados, que já garantiu não apenas o abastecimento local, mas também a comercialização para outras regiões do país.

Com o retorno das chuvas e a eficiência das novas práticas agrícolas, a Região de Irecê consolida sua trajetória de recuperação no cenário nacional, trazendo otimismo para os agricultores e reforçando sua relevância econômica e histórica como um dos polos mais importantes da cultura do feijão no Brasil.

Fonte: Da Redação



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Terça-feira, 26 de Novembro de 2024
Agricultura

Foto: Seagri

A abertura do mercado chinês para as uvas brasileiras, anunciada na última quarta-feira (20), durante encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Xi Jinping, representa um novo capítulo para a fruticultura baiana. Com essa conquista, o estado, segundo maior exportador de uvas do Brasil, após Pernambuco, tende a consolidar sua posição como um dos principais produtores e exportadores da fruta no País.

Em 2023, a Bahia exportou 22 mil toneladas de uvas para destinos como Europa e Estados Unidos, movimentando mais de US$ 54 milhões de dólares.  Com a abertura do mercado chinês, um dos maiores consumidores de uvas premium do mundo, a expectativa é que esses números aumentem significativamente, tendo em vista que, no ano passado, a China desembolsou cerca de 480 milhões de dólares para comprar a fruta de outros países.

"A China é um mercado estratégico para a agricultura baiana e vamos acrescentar a esse rol a nossa uva. Essa conquista é resultado de um trabalho conjunto entre o Governo do Estado, produtores e entidades do setor", afirma o secretário da Agricultura da Bahia, Wallison Tum. "Com o apoio de políticas públicas e investimentos em tecnologia, estamos preparados para atender à demanda chinesa e fortalecer ainda mais o nosso agronegócio."

Com até duas safras e meia colhidas de uva por ano, o Vale do São Francisco, principal região produtora da fruta na Bahia, se destaca pela alta qualidade de sua produção, que atende aos mais rigorosos padrões internacionais. A região possui uma infraestrutura moderna e produtores altamente qualificados, capazes de garantir a produção contínua, com fitossanidade atestada e a entrega de produtos frescos e saborosos aos consumidores.

Fonte: Seagri



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Terça-feira, 12 de Novembro de 2024
Agricultura

Chuvas em outras áreas produtoras afetam qualidade e preços, mas é expectativa de alta no valor com o fim da safra de inverno – Foto: reprodução

A produção de tomate nas regiões de Irecê e Chapada Diamantina, especialmente entre os municípios de Irecê e Seabra, ganha destaque neste período de safra.

Em Iraquara, as lavouras de tomate irrigado estão em plena colheita, como mostra o vídeo enviado ao Central Notícia. A produtividade é alta, garantindo uma boa oferta do produto ao mercado.

Segundo informações do HF Brasil, as chuvas em estados como São Paulo e Minas Gerais causaram dificuldades na colheita, embora não tenham reduzido a disponibilidade de tomates durante a semana.

Com a elevada oferta, houve queda nas cotações do fruto, situação agravada pela perda de qualidade causada pelas precipitações, que geraram manchas nos tomates, depreciando seu valor comercial.

Para as próximas semanas, espera-se uma possível alta nos preços, já que a safra de inverno em outras regiões produtoras, como Paty do Alferes (RJ) e Araguari (MG), está próxima de seu término.

Este cenário pode impactar o mercado da Região de Irecê e Chapada Diamantina, já que a oferta nacional poderá ser ajustada.

Vídeo:

Fonte: Da Redação



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Sábado, 05 de Outubro de 2024
Agricultura

Alta produtividade em setembro dificulta a comercialização do produto na região – Foto: Agricultura Irrigada

A oferta excessiva de cebola tem gerado uma forte pressão sobre os preços no Nordeste, especialmente na Região de Irecê (BA), no Vale do São Francisco (BA/PE) e em Baraúna (RN).

Entre os dias 30 de setembro e 4 de outubro, o mercado regional enfrentou dificuldades devido ao alto volume disponível, resultado do pico de produtividade no mês de setembro.

 A região de Irecê, grande produtora de cebola, tem encontrado obstáculos para comercializar o produto, já que importantes centros do Nordeste estão sendo abastecidos pela produção potiguar, como Fortaleza (CE) e Natal (RN).

De acordo com dados do Hortifrúti/Cepea, a queda nas cotações, aliada aos altos custos de colheita, tem levado muitos produtores a desacelerar a atividade. Cebolas que não atingem o calibre adequado estão sendo descartadas no campo.

Em Irecê, o preço da cebola amarela híbrida beneficiada registrou uma queda de 7,2%, fechando a R$ 18,80 por saco de 20 kg. Esse cenário agrava a situação dos agricultores locais, que enfrentam dificuldades para escoar a produção e manter a lucratividade.

Veja mais informaçções da região no Central Notícia.

Fonte: Da Redação



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Quarta-feira, 02 de Outubro de 2024
Agricultura

Vendedores e consumidores afirmam que as uvas são as melhores do mercado — Foto: JussaraAgro

A produção de uvas nos municípios de Jussara e Presidente Dutra, na região de Irecê, tem se destacado pela qualidade e sabor diferenciados.

Vendedores e consumidores locais relatam que as uvas cultivadas nessa área são as melhores disponíveis no mercado, conquistando apreciadores pela doçura e frescor.

A região, conhecida pela agricultura irrigada, tem atraído cada vez mais atenção por seu potencial na produção de uvas, o que impulsiona a economia local.

Além de abastecer a demanda regional, os produtores já vislumbram expandir o mercado para outras cidades, aproveitando a crescente reputação das uvas de Jussara e Presidente Dutra como um produto de excelência no setor agrícola.

Fonte: Da Redação



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