Foto: Reprodução
O Jornal Nacional completa 56 anos nesta segunda-feira (1º.set.2025) e marca a data com uma mudança histórica: William Bonner se despede da bancada após 29 anos como âncora. Ele permanecerá até 3 de novembro, quando César Tralli assume o posto ao lado de Renata Vasconcellos.
A mudança faz parte de um processo de transição planejado pela Globo há cinco anos. Bonner, que também acumula a função de editor-chefe desde 1999, decidiu abrir mão das atividades diárias para ter mais tempo com a família e projetos pessoais. Em 2026, ele assumirá o comando do Globo Repórter, ao lado de Sandra Annenberg, um antigo desejo do jornalista.
A despedida de William Bonner
Em mensagem emocionada, Bonner relembrou sua trajetória:
“São 29 anos e quatro meses de JN. Exatos 26 anos como chefe da equipe de editores, comandando reuniões, avaliando pautas, planejando edições, apresentando as notícias a milhões. Nesse período, tornei-me pai, vi minhas crianças crescerem, mudarem de país. Agora, realizar o sonho de estar no Globo Repórter, ao lado da Sandra, é um presente”, afirmou.
César Tralli no JN
Tralli, que está na Globo há 33 anos, disse receber a missão com “honra e serenidade”:
“Jamais me passou pela cabeça suceder o William. Mas recebo esse convite com absoluta felicidade. Espero honrar a confiança e a responsabilidade de estar à frente do principal telejornal do país.”
Renata Vasconcellos sobre a nova fase
A jornalista ressaltou a importância da transição:
“Depois de mais de uma década de parceria com o William, é com imenso prazer que recebo o Tralli. Que sorte a minha poder trabalhar com profissionais que representam o melhor do telejornalismo brasileiro.”
As mudanças reforçam uma nova fase no jornalismo da Globo, marcada pela renovação em seus principais telejornais, mas preservando nomes que fazem parte da história da emissora.
Fonte: Rádio Tupi
Foto: Agência Brasil
Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 2.908 da Mega-Sena, sorteadas na noite de sábado (30). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 14 milhões para o próximo concurso, que será realizado na terça-feira (2 de setembro).
Os números sorteados foram: 20 - 35 - 36 - 37 - 38 - 50.
30 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 54.694,54 cada
2.049 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.319,99 cada
Apostas
Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) de terça-feira, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
Fonte: CEF
Foto: Reprodução / Instragram
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que, caso vença a disputa ao Palácio do Planalto em 2026, irá conceder indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). De acordo com o gestor estadual, esse será o seu primeiro ato à frente do Executivo.
“Na hora. Primeiro ato. Porque eu acho que tudo isso que está acontecendo é absolutamente desarrazoado”, cravou Tarcísio sobre a medida em entrevista.
Jair Bolsonaro é réu no inquérito que apura uma tentativa de golpe de Estado no Brasil. Atualmente, o ex-presidente cumpre prisão domiciliar por infringir medidas cautelares impostas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.
Para Tarcísio, o Judiciário tem tomado algumas medidas “desarrazoadas” contra Bolsonaro.
Nome do momento
Tarcísio de Freitas é o nome cotado para ser o substituto de Jair Bolsonaro na disputa ao Palácio do Planalto em 2026. No entanto, o nome do governador tem enfrentado resistência do núcleo duro bolsonarista, do qual Eduardo Bolsonaro (PL) faz parte.
Em recentes declarações, o filho “02” de Jair Bolsonaro ameaçou deixar o Partido Liberal (PL) caso Tarcísio se filie à legenda.
Fonte: Bahia.ba
Foto: Reprodução
O apresentador de TV Fausto Silva, conhecido popularmente como Faustão, recebeu alta hospitalar nesta quinta-feira (28) após ficar mais de três meses internado. A informação foi confirmada pelo Hospital Albert Einstein, onde ele estava internado desde o dia 21 de maio.
De acordo com o hospital, Faustão se encontra bem clinicamente e com bom funcionamento dos órgãos transplantados. Agora, ele deve seguir um plano de cuidado em casa, com uso de imunossupressores e acompanhamento médico regular.
A mulher do apresentador, Luciana Cardoso, compartilhou o boletim médico nas redes sociais e agradeceu aos fãs pelas orações e torcida pela recuperação do marido.
Faustão: transplantes e alta da UTI
O apresentador Faustão recebeu alta da UTI há cerca de dez dias. Desde que foi internado no dia 21, ele passou por dois transplantes de órgãos - rim e fígado.
Faustão estava internado em função de uma infecção bacteriana aguda com sepse. A condição ocorre quando o corpo reage exageradamente a uma infecção, provocando inflamação generalizada e risco de falência de órgãos.
Durante a internação, Faustão passou por duas cirurgias: em 6 de agosto, Faustão recebeu um transplante de fígado e, no dia seguinte, um retransplante renal. Assim, ele chegou a quatro transplantes de órgãos nos últimos dois anos — o de coração, no fim de 2023; o de rim, em abril de 2024; além dos dois mais recentes.
O apresentador também passou por controle infeccioso, reabilitação clínica e nutricional.
Fonte: CNN Brasil
Brasileiros terão descanso prolongado: folga do Dia da Independência será transferida - Foto: Divulgação
O feriado da Independência, celebrado em 7 de setembro, promete impacto direto na rotina dos brasileiros em 2025. A data cairá em um domingo, mas, neste ano, a folga será transferida para a segunda-feira, garantindo o chamado descanso prolongado para milhões de trabalhadores.
No país, quando um feriado nacional coincide com o domingo, a prática mais comum é o “compensado” na segunda-feira. Dessa forma, os trabalhadores conseguem usufruir do dia de descanso sem prejudicar a produtividade ao longo da semana.
Além de beneficiar funcionários e empresas, essa medida também tem reflexos na economia, já que turismo e comércio local costumam registrar movimento extra em períodos de feriados prolongados.
Dia da Consciência Negra pode render feriadão de 4 dias em 2025
O calendário de 2025 deve proporcionar aos brasileiros um dos feriadões mais aguardados do ano. O Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, cairá em uma quinta-feira, o que abre a possibilidade de um descanso prolongado de quatro dias, de quinta a domingo.
Apesar da expectativa, é importante lembrar que a criação do chamado “feriado prolongado” depende exclusivamente das decisões de cada empregador, já que não há obrigação prevista na legislação trabalhista para a concessão da folga emendando com a sexta-feira.
Além do Dia da Consciência Negra, apenas o Natal, que também será celebrado em uma quinta-feira em 2025, deve possibilitar outro feriadão. Os demais feriados nacionais do próximo ano caem em finais de semana ou em dias que não favorecem prolongamentos.
Próximos feriados nacionais de 2025
7 de setembro (domingo) – Independência do Brasil
12 de outubro (domingo) – Nossa Senhora Aparecida
28 de outubro (terça-feira) – Dia do Servidor Público
2 de novembro (domingo) – Finados
15 de novembro (sábado) – Proclamação da República
20 de novembro (quinta-feira) – Dia de Zumbi e da Consciência Negra
25 de dezembro (quinta-feira) – Natal
A importância do Dia da Consciência Negra
O Dia da Consciência Negra se tornou feriado nacional em dezembro de 2023, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei 14.759. A data remete à morte de Zumbi dos Palmares, líder do maior quilombo do Brasil, assassinado em 1695.
Antes de ganhar abrangência nacional, a data já era reconhecida como feriado em seis estados — São Paulo, Rio de Janeiro, Alagoas, Amazonas, Amapá e Mato Grosso — além de cerca de mil municípios.
Fonte: A Tarde
ACM Neto Crédito: Marina Silva/CORREIO
O vice-presidente do União Brasil, ACM Neto, defendeu nesta quarta-feira (27) que o partido entregue imediatamente todos os cargos que ocupa no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em declaração pública, ele afirmou que nunca foi favorável à participação da legenda na administração federal e que proporá uma votação na próxima reunião da executiva nacional do partido, já marcada para a próxima terça-feira.
“Nunca fui favorável que o União Brasil ocupasse qualquer cargo no governo Lula. Vejo, entretanto, que, diante dos últimos fatos, seja necessária uma deliberação na próxima reunião da executiva nacional do partido, já marcada para a terça que vem, da imediata entrega de qualquer função ocupada por membros do partido no governo federal”, afirmou ACM Neto.
A manifestação ocorre um dia após o presidente Lula cobrar ministros do União Brasil e do Progressistas (PP) por falta de alinhamento político com o governo. A cobrança foi feita durante reunião ministerial realizada na segunda-feira (26). Na ocasião, Lula teria sido direto ao dizer que ministros que não defendem sua gestão “não podem continuar no governo”, segundo relatos de auxiliares que participaram do encontro.
Entre os alvos da fala do presidente estão os ministros Celso Sabino (Turismo), Frederico Siqueira (Comunicações) e Waldez Goés (Integração e Desenvolvimento Regional), todos do União Brasil, além de André Fufuca (Esportes), do PP. A crítica se dá em meio à aproximação das duas siglas com a oposição, inclusive com a formação de uma federação partidária.
Para ACM Neto, é chegada a hora de uma definição clara sobre o posicionamento do União Brasil no cenário político nacional. “Já passou da hora dessa decisão ser tomada. É por esse motivo que, na condição de membro da executiva, proporei a inclusão na pauta e a votação na próxima semana”, declarou.
Durante a mesma reunião ministerial, o presidente Lula também teria mencionado o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como provável adversário em 2026, e cobrou que o partido Republicanos defina se vai apoiar o governo federal ou a candidatura do governador. Atualmente, o Republicanos comanda o Ministério de Portos e Aeroportos, com o deputado Silvio Costa Filho (PE) à frente da pasta.
Fonte: Correio
Foto: Isac Nóbrega/PR
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) utilizou suas redes sociais para criticar a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de determinar que a Polícia Penal do Distrito Federal realize um “monitoramento em tempo integral” do cumprimento das medidas cautelares impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a qual ela definiu como “perseguição” e “humilhação”.
O ministro ainda ordenou o “destacamento de equipes para monitoramento em tempo real do endereço residencial do réu”. Sem citar diretamente as determinações de Moraes, a ex-primeira-dama citou dificuldades de lidar com “incertezas”. As informações são do jornal O Globo e do portal InfoMoney.
“Sabe… a cada dia que passa, o desafio tem sido enorme: resistir à perseguição, lidar com as incertezas e suportar as humilhações. Mas não tem nada, não. Nós vamos vencer. Deus é bom o tempo todo, e nós temos uma promessa. Pai, eu te amo, independente dos dias ruins”, escreveu ela.
Em sua decisão, Moraes considerou que há um “renovado risco de fuga” do ex-presidente, o que torna “absolutamente necessárias e adequadas as medidas de monitoramento pleiteadas”.
O ministro citou ainda a carta com um pedido de asilo feito por Bolsonaro ao presidente da Argentina, Javier Milei, encontrada no celular do ex-presidente que foi apreendido durante uma operação da Polícia Federal (PF) no mês passado. A última modificação do arquivo foi feita em fevereiro de 2024, dias após o ex-presidente ter sido alvo de uma operação da PF e ser obrigado a entregar seu passaporte.
“Ressalte-se, ainda, que os elementos de prova obtidos pela Polícia Federal indicam que Jair Messias Bolsonaro tinha posse de documento destinado a possibilitar sua evasão do território nacional, após a imposição de medidas cautelares”, escreveu.
A decisão foi tomada também após o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) afirmar à Polícia Federal (PF) que havia risco de fuga de Bolsonaro, que está em prisão domiciliar e na semana que vem começará a ser julgado pela acusação de tentativa de golpe.
Fonte: Bahia.ba
Foto: Agência Brasil
A Câmara dos Deputados marcou para o próximo dia 3 de setembro uma audiência pública no plenário para debater a reforma administrativa em meio a temores de servidores quanto a retrocessos, em especial, pelo possível aumento das contratações temporárias no funcionalismo público.
Ainda sem o texto apresentado, a Câmara retomou neste segundo semestre, com prioridade, a agenda da reforma administrativa, inicialmente pautada pelo governo anterior por meio da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32 de 2020.
No lugar da PEC 32, o atual presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho coordenado pelo relator, deputado Pedro Paulo (MDB-RJ). O parlamentar ainda não apresentou os dois projetos de leis e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que devem formar o conjunto da reforma. Estima-se que os textos sejam apresentados a partir da próxima semana.
O tema é controverso por opor, de um lado, setores que cobram por redução dos gastos do funcionalismo público e “mais eficiência” e, do outro, servidores públicos e movimentos sociais que denunciam que parte das mudanças envolveria retrocessos e fragilizaria o serviço público.
O fim da estabilidade do servidor público – medida prevista na PEC 32 – não estaria mais na nova reforma, garante o relator Pedro Paulo, que também nega que a proposta retire direitos de servidores.
Contratos temporários
O diretor do Sindicato Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes), Diego Marques citou, como retrocesso, a previsão de criação de um cadastro nacional para contratação de funcionários temporários, o que seria um risco para a estabilidade do servidor público.
“Mesmo que não exista um dispositivo dentro da legislação que viole a estabilidade dos servidores públicos que estão na ativa, na prática, a tendência é que amplas áreas de serviço público não tenham mais concurso com estabilidade”, disse o dirigente sindical.
Para Diego, ao disciplinar o contrato temporário em lei, com a figura do empregado contratado via Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), haverá o fim “indireto” da estabilidade ao substituir os servidores concursados por empregados temporários “por meio de uma naturalização, como figura de gestão do Estado dos contratos temporários através desse cadastro”.
A estabilidade no serviço público impede a demissão sem causa fundamentada e sem processo administrativo com amplo direito de defesa. A regra é apontada como necessária para impedir interferências políticas e pressões indevidas na prestação dos serviços públicos.
O dirigente da Andes acrescentou que o relator ainda não ouviu as entidades que representam servidores. “Não há diálogo. O deputado ouviu representantes, não apenas do Congresso, mas de entidades patronais para pensar a reforma. Porém, não houve interlocução com as entidades de servidores públicos”, concluiu Diego.
Eficiência
Ao mesmo tempo, os defensores da reforma sustentam que o objetivo é dar maior eficiência ao serviço público, principalmente por meio da digitalização dos serviços e critérios de avaliação de desempenho dos servidores. O presidente da Câmara, Hugo Motta, vem defendendo que o tema não pode ser mais adiado.
“O Brasil precisa de coragem para enfrentar suas verdades. E uma delas é inescapável: o Estado brasileiro não está funcionando na velocidade da sociedade. A cada dia, a vida real cobra mais do que a máquina pública consegue entregar. E quando o Estado falha, é o cidadão quem paga a conta”, disse Motta em uma rede social nesta segunda-feira (25).
Medidas da reforma
Apesar de não ter ainda apresentado o texto, o deputado Pedro Paulo tem concedido entrevistas quando divulga algumas das 70 medidas previstas. Ele reconhece que a reforma trará economia de recursos, mas nega que o objetivo principal das mudanças seja a questão fiscal.
Entre as medidas que, nas entrevistas, estão sendo destacadas pelo relator Pedro Paulo estão os dispositivos para combater os supersalários; para limitar o trabalho remoto a um dia por semana; fixar em 30 dias as férias por ano [juízes gozam de 60 dias de férias]; e o fim da aposentadoria compulsória para magistrados expulsos do serviço por irregularidades.
O relator também tem defendido o estabelecimento de regras gerais nacionais para avaliação de desempenho de servidores; estabelecimento de metas de produtividade e pagamento de bônus por resultados; análise mais rígida para avaliação durante estágio probatório e regras gerais para realização de concursos, com previsão de vagas do Concurso Nacional Unificado (CNU) valendo para estados e municípios.
Há, ainda, a previsão de, no mínimo, o estabelecimento de 20 níveis na carreira das categorias; e salário de ingresso limitado a aproximadamente metade daquele recebido no final da carreira.
“A Reforma Administrativa vem para cortar privilégios e modernizar o Estado, com foco em mérito e eficiência”, justificou o relator Pedro Paulo em uma rede social.
A Agência Brasil procurou o deputado para comentar o tema, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem.
Princípios da PEC 32
O dirigente sindical da Andes, Diego Marques, pondera que o relator tem destacado as medidas que têm maior aceitação social para tentar ganhar a opinião pública.
“Elas visam ganhar apoio da sociedade sem fazer o debate de todos os outros fenômenos discutidos na reforma. Hoje, na verdade, menos de 0,23% dos servidores ganha os supersalários que estão concentrados, sobretudo, na magistratura”, assegurou. O representante dos docentes destacou, ainda, que as organizações do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) avaliam que diversos princípios da Proposta de Emenda Constitucional 32 do governo anterior sobreviveram no atual Grupo de Trabalho criado sob a presidência de Hugo Motta.
“A proposta de um sistema unificado de avaliação de desempenho ignora as peculiaridades de cada autarquia e vai submeter os servidores a critérios produtivistas que precarizam o serviço prestado para a população”, avaliou.
Outra crítica é contra o bônus de produtividade que, avalia, vai achatar a massa salarial do funcionalismo público e piorar a qualidade do serviço em detrimento de critérios quantitativos de avaliação.
“A maioria absoluta dos servidores ganha menos do que 10 salários mínimos. Converter uma parte da remuneração dos servidores em bônus de resultado, na prática, vai tornar o atendimento à população mais precário. As fiscalizações ambientais, por exemplo, serão mais precárias para atender critérios quantitativos”, completou.
Os servidores reunidos na Fonasefe e na Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (CondSef) prometem realizar uma agenda de mobilização nas próximas semanas, em Brasília e nos estados, contra a reforma administrativa.
Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução
Apesar de a maioria dos brasileiros morar em casa própria já quitada, o país assistiu, nos últimos oito anos, crescer em 25% a proporção de famílias que pagam aluguel. Ao mesmo tempo, a parcela de lares que podem ser chamados de “meu” diminuiu 8%.
Em 2016, quando o país tinha 66,7 milhões de domicílios, 12,3 milhões eram alugados, o que representa 18,4% dos lares. Em 2024, o Brasil tinha 77,3 milhões de residências, sendo 23% deles (7,8 milhões) alugados. Esse aumento de 4,6 pontos percentuais equivale a 25%.
Em relação à casa própria já paga, a proporção caiu de 66,8% para 61,6% no período. Em 2024, o país tinha 47,7 milhões de residências próprias.
A constatação faz parte de uma edição especial da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em número absoluto de moradores, os que pagavam aluguel passaram de 35 milhões para 46,5 milhões em oito anos. Já os que moravam em casa própria quitada diminuíram de 137,9 milhões para 132,8 milhões no período.
Concentração
De acordo com o analista da pesquisa, William Kratochwill, a evidência de que há mais pessoas pagando aluguel proporcionalmente é indício de concentração de riqueza.
“É uma concentração da posse de domicílios para um grupo menor”, diz. Segundo ele, o aumento da concentração é “algo histórico e social”.
“Se não se criam oportunidades para a população adquirir o seu imóvel, e a pessoa continua querendo ter sua independência, ter sua família, como faz isso se não consegue adquirir um bem? Ela tem que partir para o aluguel”, analisa.
O pesquisador, no entanto, reconhece que dados recentes, do próprio IBGE, mostram crescimento no rendimento dos brasileiros.
Ele acredita que, se for mantida a evolução por longo prazo, as pessoas terão mais condições para ter a casa própria. “As condições para as pessoas avançarem na compra de domicílios vai acontecer”, projeta.
Kratochwill pondera ainda que há casos de pessoas que “alugam seu próprio apartamento para morar em outro alugado”.
A Pnad identificou também que, em 2024, 6% dos domicílios eram próprios, mas ainda sendo pagos; 9,1%, cedidos; e 0,2% em “outra condição”.

Troca de casa por apartamento
O IBGE constatou que nos últimos anos, o brasileiro tem trocado casa por apartamento. Em 2016, 13,7% dos domicílios eram apartamentos. Oito anos depois, a proporção subiu para 15,3% dos 77,3 milhões de residências.
As casas ainda são imensa maioria, mas, em proporção, caíram de 86,1% para 84,5%.
Em 2024, eram 183,3 milhões de brasileiros morando em casas; e 28,2 milhões, em apartamentos.
De acordo com Kratochwill, a proporção crescente de brasileiros em apartamentos faz parte do processo de concentração urbana existente.
“As pessoas querem viver próximo ao seu trabalho, aos serviços, às benesses que o centro urbano produz. Como o espaço terra é limitado, a maneira que há de crescer é aumentar a produtividade da terra, ou seja, constrói vários imóveis um em cima do outro, são os apartamentos”, explica.
O pesquisador atribuiu também como um dos fatores da tendência o elemento “violência”.
“Às vezes, os condomínios buscam aumentar a segurança para os residentes, dando infraestrutura de lazer nesses empreendimentos. Então, tudo isso incentiva a construção de apartamentos em detrimento de casas.”
A Pnad identificou 0,2% dos lares sendo “habitação em casa de cômodo, cortiço ou cabeça de porco”, tanto em 2016 quanto em 2024.
População total
A edição especial da pesquisa identificou que o país tinha 211,9 milhões de habitantes em 2024. Quase metade (42%) dos moradores vivia na Região Sudeste em 2024. São Paulo é o estado com maior número de moradores, quase 46 milhões de pessoas, o que representa 22% da população do país.
Fonte: Agência Brasil
Foto: José Cruz/Agência Brasil
O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), comentou nesta sexta-feira (22), em entrevista ao Metrópoles, a possibilidade de Ciro Gomes (PDT) se filiar ao União Brasil em vez do PSDB.
“Todos nós ficamos muito felizes de ver o Ciro empolgado em voltar a participar dos debates políticos e mesmo do processo eleitoral de 2026. Ele esteve no nosso evento, escutou e, à noite, participou do jantar realizado por [Antonio] Rueda, presidente nacional do União Brasil. Foi um momento muito importante, com governadores, presidentes de partidos, vice-prefeitos de capitais. Ciro estava lá, e a gente sente ele renovado e com intenção de participar desse jogo eleitoral”, disse ACM Neto.
O ex-prefeito de Salvador ainda afirmou que o partido já articula a filiação do ex-prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, aliado de Ciro, como possível candidato ao governo do Ceará, mas não descartou que o próprio Ciro possa ser uma opção para a disputa estadual.
“Estamos, inicialmente, dando um passo, que é definir Roberto Cláudio como hipótese para disputar o governo do estado. Ele vem para o União Brasil nos próximos dias. Mas, se amanhã ou depois acharem que Ciro pode ser o nome, não descarto essa possibilidade. Se ele topar uma filiação, será um motivo de alegria. Estamos de portas abertas para esse retorno de Ciro ao contexto político, seja para o governo ou Senado.”
PSDB
O ex-governador do Cearáse reuniu no dia 14 de julho, em Brasília, com a cúpula do PSDB e sinalizou que deve retornar ao partido. O encontro contou com a presença do presidente nacional da sigla, Marconi Perillo, do deputado federal Aécio Neves (MG) e do ex-governador Tasso Jereissati, aliado histórico de Ciro.
Segundo fontes próximas ao grupo, Ciro afirmou que sua volta ao PSDB “já está decidida”. A principal pauta da conversa foi o projeto do ex-ministro de disputar novamente o governo do Ceará nas eleições de 2026.
Fonte: Bahia.ba
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